06 Maio 2012
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Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos constatou que de 12 a 24 por cento das mulheres continuam a fumar depois que descobrem que estão grávidas. O estudo foi feito por um pesquisador da Escola de Medicina da Universidade de Loma Linda, na Califórnia. A exposição do feto à nicotina e à fumaça fazem muito mal ao bebê. O pneumologista da Divisão de Controle do Tabagismo do INCA, Instituto Nacional do Câncer, Ricardo Henrique Meirelles, conta o que pode acontecer com a criança e com a mãe que fuma durante a gravidez.
"Primeira coisa que vai acontecer é ter um aborto espontâneo. Mas se não tiver esse aborto espontâneo se eles sobreviverem, pode morrer depois do parto. Ele pode nascer prematuro e o maior risco que ele corre é nascer com baixo peso. Além disso, a gestante pode ter um deslocamento da placenta podendo levar a hemorragias. Tem doenças também como: lábio leporino, estrabismo, ficar em uma estatura menor. Então são vários e vários problemas que podem ocorrer para a criança se a gestante fumar. Especialmente essa questão também dessa criança ser dependente de nicotina e fumar mais precocemente e com maior quantidade de cigarro no futuro."
Além disso, a criança que a mãe fumou durante a gravidez pode desenvolver uma série de doenças respiratórias. O pneumologista da Divisão de Controle do Tabagismo do INCA, Ricardo Henrique Meirelles, alerta que não adianta nada parar de fumar durante a gravidez e voltar logo depois que o bebê nasce.
"Muitas mulheres quando estão gestantes, pela motivação da gestação elas conseguem parar de fumar. Porém, voltam a fumar depois que o bebê nasce. Então durante a amamentação, se ela está fumando, a nicotina também ultrapassa pelo leite materno, então o bebê vai sugar leite com nicotina e isso é tóxico."
O especialista recomenda que se a mulher tiver dificuldades em parar de fumar, a melhor alternativa é procurar um médico.
Reportagem, Amanda Mendes
"Primeira coisa que vai acontecer é ter um aborto espontâneo. Mas se não tiver esse aborto espontâneo se eles sobreviverem, pode morrer depois do parto. Ele pode nascer prematuro e o maior risco que ele corre é nascer com baixo peso. Além disso, a gestante pode ter um deslocamento da placenta podendo levar a hemorragias. Tem doenças também como: lábio leporino, estrabismo, ficar em uma estatura menor. Então são vários e vários problemas que podem ocorrer para a criança se a gestante fumar. Especialmente essa questão também dessa criança ser dependente de nicotina e fumar mais precocemente e com maior quantidade de cigarro no futuro."
Além disso, a criança que a mãe fumou durante a gravidez pode desenvolver uma série de doenças respiratórias. O pneumologista da Divisão de Controle do Tabagismo do INCA, Ricardo Henrique Meirelles, alerta que não adianta nada parar de fumar durante a gravidez e voltar logo depois que o bebê nasce.
"Muitas mulheres quando estão gestantes, pela motivação da gestação elas conseguem parar de fumar. Porém, voltam a fumar depois que o bebê nasce. Então durante a amamentação, se ela está fumando, a nicotina também ultrapassa pelo leite materno, então o bebê vai sugar leite com nicotina e isso é tóxico."
O especialista recomenda que se a mulher tiver dificuldades em parar de fumar, a melhor alternativa é procurar um médico.
Reportagem, Amanda Mendes
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