Adjuto Afonso convida presidente da Cigás para apresentar avanços na Aleam e aborda lei de renegociação de dívidas com a União

O deputado Adjuto Afonso (PP) ressaltou na manhã desta quinta-feira (26) na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) que deu entrada em um requerimento convidando o presidente da Companhia de Gás do Amazonas (Cigás), Lino Chixaro, a dar conhecimento na Casa Legislativa sobre os avanços da empresa no Estado.

Adjuto avalia de forma positiva a inauguração de dois novos pontos de abastecimento de Gás Natural Veicular (GNV), em Manaus, no dia de ontem (25), que devem fomentar a economia na capital. “É importante que o presidente venha a esta Casa e mostre aos deputados, mostre a sociedade o avanço da Cigás, o que está propondo não só para Manaus, mas também para o Estado do Amazonas, que é geração de emprego e renda”, disse o deputado.

O deputado esteve presente na inauguração de um dos postos de abastecimento, localizados no
posto BR Ponta Negra, e no posto Atem, na avenida Constantino Nery, bairro São Geraldo.

Dívidas dos estados e municípios

Outro tema abordado pelo deputado foi a aprovação na Câmara dos Deputados, em Brasília, de um projeto que permite a aplicação da lei da renegociação das dívidas de estados e municípios sem necessidade de regulamentação. A proposta está no Senado e deverá ser votada em caráter de urgência.

“Hoje esses estados pagam uma alta taxa de juros com relação a esses empréstimos. Na realidade não foi empréstimo, foi acordo feito na década de 90. Se nós trocarmos esses índices, que hoje gira em torno de 16% a 17%, por IPCA ou Selic, aquele que for menor, e mais 4%, que é a proposta do Congresso, certamente isso vai diminuir, e muito, a dívida desses estados”, explica o deputado.

Adjuto Afonso, que é formado em Administração e já exerceu vários cargos em agências bancárias do Estado do Amazonas, entende que o sistema aplicado atualmente prejudica os devedores e que a implantação do projeto pode aliviar o orçamento dos estados e municípios, além do bolso da população.

“Os governos que fizeram esse acordo nem estão mais aí, mas quem paga é a população. Tem estado que já pagou 3 ou 4 vezes mais, e ainda deve outro tanto. Não adianta tirar de um bolso e colocar no outro, tem que ser urgente essa troca do indexador, aquilo que é suportável pelos estados e municípios. O Amazonas tem uma dívida pequena, mas se sobrar alguma coisa da redução desses juros vai ter condição de investir mais em saúde e Educação”, ressalta Adjuto.

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