Amazonas realiza primeira feira de negócios para artesanato indígena

O evento é realizado em parceria com o Sebrae-AM e conta com o apoio da Secretaria de Estado de Administração e do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Amazonas

O Governo do Amazonas, por meio da Fundação Estadual do Índio (FEI), realizará mais uma atividade em benefício das populações indígenas do Estado. Na próxima terça-feira, dia 4 de setembro, a FEI, em parceria com o Sebrae-AM, apresentará a primeira feira de negócios destinada para a valorização do artesanato indígena amazonense.

O evento será realizado na sede da FEI, localizada na rua Tapajós, nº 174, no Centro, zona sul de Manaus, bem próximo do Teatro Amazonas. A feira inicia às 14h e contará com a presença de empresários de outros estados que virão conhecer e adquirir os produtos.

Inicialmente prevista para ser realizada na segunda-feira, dia 3, a feira foi adiada para a terça-feira, dia 4, devido ao grande volume de produtos que irão ser comercializados durante o evento e à logística de transporte, que demandou mais tempo de viagem a Manaus do que estava previsto.

O presidente da FEI, Amilton Gadelha, informou que o principal objetivo da feira é fomentar a economia indígena no Estado, permitindo que os brasileiros e estrangeiros conheçam mais a arte, a cultura e as tradições indígenas.

“Essa feira é importante porque, ao venderem seus produtos, os indígenas ‘exportarão’ o Amazonas para outros estados. Os produtos contêm informações sobre as etnias que o produziram e na hora que eles comercializam esses produtos, eles estão divulgando o Estado. Essa ação também atende a uma reivindicação dos povos indígenas, que é a luta pelo empreendedorismo e pela geração de trabalho e renda. Por essa razão, a FEI, em parceria com o Sebrai, está fortalecendo este trabalho”, explicou o presidente da entidade.

Amilton Gadelha destacou a importância do apoio de outros órgãos estaduais para a realização do evento. “Tivemos o apoio da Sead (Secretaria de Estado de Administração) e do Idam (Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável), sendo que este último nos ajudou nas bases, ajudando a organizar os indígenas na feira”, comentou.