Amazonino: ‘vou provar que mulher também manda no governo’

O candidato a governador pela coligação “Eu Voto no Amazonas”, Amazonino Mendes (PDT) disse, neste sábado, que, pela primeira vez na história do Estado as mulheres terão poder total de decisão na administração do Estado. Ele se referiu à sensibilidade e à capacidade de gerência da candidata a vice-governadora em sua chapa, Rebecca Garcia (PP).

“A Rebecca e eu conversamos durante um mês sobre como atender às mulheres. E sabe da maior? Nós vamos provar que mulher também manda e elas vão mandar no meu governo”, disse.

A declaração de Amazonino foi dada logo após ele participar de bandeiradas, “adesivaços” e visitar obras em Manaus, na festa de lançamento da candidatura a deputado estadual do empresário Roberto Cidade (PV), na, zona norte.

“As mães receberão o carinho direto da Rebecca. Eu aprendi muito no meu primeiro governo, um pouco mais no segundo e outro tanto no terceiro. E continuo aprendendo. Poucos têm a experiência que eu tenho para governar e consertar o Estado. E quero deixar um recado para vocês: a Rebecca, representando as mulheres, vai mandar no meu governo”, disse.

Para a próxima gestão, Amazonino Mendes e Rebecca Garcia informaram que pretendem implantar novos programas e ações voltados a saúde da mulher, com uma política de combate ao câncer de útero, uma vez que é o que mais mata no Amazonas. Será desenvolvido um programa para construção e ampliação de maternidades em Manaus e no interior do Estado, com destaque ao atendimento nos municípios mais populosos.

Reconstrução

Amazonino Mendes, acompanhado de Rebecca e do deputado federal Alfredo Nascimento (PR), candidato a senador, ressaltou que assumiu o governo há dez meses com a máquina pública em situação pré-falimentar. “Vocês precisam entender o que está acontecendo. O Estado do Amazonas estava morto, arrebentado. O Estado está sendo remontado, reconstruído. O interior estava entregue ao ‘Deus dará’. Nós não estamos brincando. A gente trabalha. Abandonaram a saúde pública e deixaram tudo quebrado. Nós estamos reconstruindo. Temos que reorganizar a UEA (Universidade do Estado do Amazonas), e colocar o Amazonas no prumo, de novo”, disse.

Foto: Clóvis Miranda
Texto – assessoria