Cérebro começa a perder conexões aos 25. Previna-se!

Young girl thinking with glowing brain illustration on grungy background

Estudos apontam que as funções cognitivas começam a sofrer uma queda desde a vida adulta; saiba como prevenir e atenuar seus efeitos

Um estudo realizado pela Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos, concluiu que as habilidades cognitivas e as conexões neurais começam a sofrer uma queda a partir dos 25 anos de idade. A pesquisa mediu as habilidades cognitivas de 2 mil pessoas de várias faixas etárias.

De acordo com os resultados da pesquisa, as principais funções cognitivas sofrem uma perda significativa a partir da nossa vida adulta, principalmente no auge dos 30 anos. Nossa memória tem uma queda de 17%, velocidade mental diminui 27,3%, raciocínio lógico tem uma queda de quase 40% e metade da nossa inteligência espacial é afetada. Porém, habilidades como a verbal continuam crescendo até os 60 anos.

“O envelhecimento está associado a alterações em todos os sistemas e órgãos do corpo humano. O cérebro também sofre alterações importantes como: morte ou perda das células nervosas (neurônios), o que acarreta em uma diminuição no volume e peso cerebral; na diminuição na concentração cerebral de neurotransmissores, como a serotonina e a acetilcolina importantes para o desempenho do nosso humor, para as novas aprendizagens, para o desempenho do comportamento motor, respectivamente”, diz Thaís Bento, gerontóloga da Universidade de São Paulo e consultora do Método SUPERA – Ginástica para o Cérebro.

Por mais que, com 27 ou 30 anos, estejamos no auge da vida adulta, dentro do nosso cérebro as conexões neurais já começam a sofrer uma defasagem. Porém, manter o cérebro ativo, deixando a mente em movimento e aumentando o número de informações no cérebro, pode compensar as perdas cognitivas naturais do ser humano. A prática da ginástica para o cérebro é uma grande aliada nesse processo; uma vez que proporciona o nascimento de novos neurônios, a plasticidade cognitiva e o aumento da reserva cognitiva. Todas essas habilidades podem ser aprimoradas com as aulas de ginástica para o cérebro do Método SUPERA, uma rede com mais de 300 escolas espalhadas pelo Brasil exclusivamente dedicadas à estimulação cognitiva.

A ginástica para o cérebro ativa as conexões entre os neurônios, que nós chamamos de sinapses. Assim, conquistamos uma rede de neurônios mais forte e robusta, fazendo com que as habilidades sejam desenvolvidas com base no conceito de neuroplasticidade cerebral, ou seja, a capacidade que o cérebro tem de se modificar de acordo com estímulos”, conta Solange Jacob, Diretora Pedagógica Nacional do Método SUPERA.

Ginástica para o Cérebro

Uma forma de treinar a capacidade de foco, atenção e concentração é praticar ginástica cerebral, que estimula o fortalecimento das conexões neuronais e proporciona mais longevidade e saúde para o cérebro. Com atividades voltadas para estimular o cérebro, você pode melhorar a sua performance; na vida profissional e pessoal.

Dentro das salas de aula do Método SUPERA, a maior rede de ginástica para o cérebro da América Latina, são utilizadas ferramentas inovadoras que podem ajudar a potencializar o foco, a atenção e estimular as funções executivas do seu cérebro; permitindo um melhor planejamento das metas e um raciocínio lógico para enfrentar os desafios diários.