Ciro Gomes quer teto de gastos mais flexível

Contra o teto de gastos aprovado pelo presidente Michel Temer (MDB), o presidenciável Ciro Gomes, do PDT, pode adotar uma medida dita como “mais flexível”, caso seja eleito. O modelo seria semelhante ao já implantado por seus aliados no estado do Ceará.

O governo de Camilo Santana (PT), desde dezembro de 2016, impõe que o teto de gastos tenha validade de dez anos e exclua gastos com investimentos em todas as áreas. As despesas com saúde e educação também não têm limitação.

Um dos responsáveis pela medida foi o atual assessor da equipe econômica da campanha de Ciro, Mauro Benevides Filho, potencial ministro da Fazenda em um eventual governo pedetista. Ele defende que haja controle de gastos, ao invés de congelar investimentos.

O economista também questiona a efetividade do teto de gastos de Temer e afirma não existir um controle efetivo das despesas. Ele argumenta que, em 2017, os valores utilizados com pessoal e Previdência cresceram num patamar acima do teto.

Reportagem, Clara Sasse