Homem filmado tocando nas partes íntimas de uma criança em um mercadinho é preso em Manaus

A delegada Joyce Coelho, titular da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), indiciou na manhã desta sexta-feira (24/8), por estupro de vulnerável, Daureny Lima de Assis, 47, flagrado no dia 11 de agosto deste ano tocando as partes íntimas de uma criança do sexo feminino, de 11 anos. O crime aconteceu no interior de um mercadinho localizado na rua Campo Grande, bairro Redenção, zona centro-oeste da capital.

De acordo com a autoridade policial, as investigações em torno do caso tiveram início logo depois do ato libidinoso, após a mãe da vítima ir até a unidade policial para formalizar a ocorrência. Na ocasião, a mulher estava em posse de imagens captadas por uma câmera de segurança instalada no estabelecimento, que registrou o momento em que o infrator passou pela criança e a tocou.

“Além das imagens levadas pela mãe da menina, nós recebemos uma denúncia anônima, informando o nome e as características de Daureny, que seria conhecido naquela região por ser usuário de drogas e já ter cometido outros delitos. A vítima reconheceu o homem em uma fotografia. Em posse dessas informações, nós notificamos o infrator para que ele comparecesse à unidade policial para prestar esclarecimentos”, declarou a delegada.

Conforme Joyce Coelho, na manhã desta sexta-feira (24/8), por volta das 10h, o infrator compareceu ao prédio da Depca, onde, durante depoimento, confessou que viu a criança entrar no estabelecimento comercial e passou a mão na genitália dela. O homem contou que estava sob efeito de substâncias entorpecentes e bebidas alcoólicas naquele dia. A criança afirmou, ainda, que além do gesto mencionado, o homem a teria chamado de gostosa.

Durante consulta ao Sistema Integrado de Segurança Pública (Sisp), foi verificado que o Daureny já tem passagem pela polícia por roubo majorado e atentado ao pudor. Na unidade policial, o infrator foi indiciado por estupro de vulnerável. A autoridade policial destacou que, por não se tratar de um caso de flagrante e, por não haver mandado de prisão em nome do transgressor, ele foi liberado para responder pelo crime em liberdade. O Inquérito Policial (IP) em torno do caso foi remetido à Justiça.

FOTO: Divulgação / Assessoria de Imprensa da Polícia Civil do Estado do Amazonas.