Lesões e sobrepeso fazem 1 em cada 5 pessoas pararem de jogar futebol

Especialista comenta como se prevenir de dores e lesões nos jogos

 

São Paulo, maio de 2018 – Uma pesquisa desenvolvida nos meses de março e abril revelou os motivos para muitas pessoas terem parado de jogar bola. “A importância do futebol na vida do brasileiro” teve mais de 10.000 respondentes de todo país, através da internet.

 

Metade dos brasileiros pararam de jogar bola por razões pessoais. Entretanto, um dado curioso é que 1 em cada 5 pessoas deixaram a prática do futebol por razões de:

Lesões muscularesmotivo
Lesão do joelho
Entorse do tornozelo
Sobrepeso

Para o fisioterapeuta e coautor da pesquisa, Mateus Martinez, “as lesões na posterior, anterior da coxa e panturrilha são as mais comuns, seguidas da lesão do joelho. Essas são as lesões mais difíceis de se recuperar, pois a reabilitação é longa e complexa, o que faz a pessoa desistir de jogar ou entrar num círculo vicioso quando insiste em praticar mesmo lesionado”, aponta.

O especialista, formado pela USP e Mestre em Fisioterapia Esportiva aconselha: “o ideal é ter preparo físico. Pessoas com sobrepeso ou sedentárias têm mais riscos de sofrerem estas lesões. Além disso, chuteiras com cravos grandes favorecem a torção do joelho. Já para prevenir as entorses do tornozelo, é indicado o uso de bandagens e palmilhas sob medida”.

O futebol é uma paixão nacional acessível que atinge todas as classes, mas é um esporte de performance, alto impacto e movimentos agressivos, por isso praticar moderadamente e se prevenir da maneira correta é o ideal para que muitas pessoas não deixem de continuar jogando.

A pesquisa completa, além de dicas e outros dados estão disponíveis em: www.pessemdor.com.br/futebol

A Pés Sem Dor é a primeira a confeccionar palmilhas ortopédicas sob medida em escâneres e impressoras 3D. Foi criada em 2009 pelo americano Thomas Case, que também é fundador da Catho. Possui 44 pontos de atendimento por todo Brasil que realizam exames gratuitos. Já atendeu mais de 70 mil pessoas e conta com parceiros na Alemanha, Inglaterra, Estados Unidos e China.

Compartilhe