PMN um barril de pólvora e com o pavio aceso

O antes pacato Partido da mobilização Nacional (PMN), se tornou um saco de gatos, onde ninguém se entende. Tanto no diretorial estadual, quanto no nacional. Vejamos: na convenção nacional a ex-global Valeria Monteiro, que almejava ser candidata à presidência, foi preterida pela maioria de votantes e o partido não terá candidato e nem apoiará ninguém. O pau quebrou por parte simpatizantes da jornalista que foram retirados na marra do local da convenção. Aqui em Manaus, o presidente da legenda, vereador Marco Antônio Chico Preto, trocou as fechaduras da sede do partido, evitando assim o acesso de filiados indesejados no local. Ao tomarem conhecimento do ato, a revolta tomou conta dos rejeitados que cobraram uma atitude imediata da diretoria. E a confusão não terminou aí. Chico Preto quer concorrer ao senado, enquanto uma outra ala quer o advogado Marcelo Amin. O tempo fechou, pois, o advogado disse que não desistirá da candidatura. Outro problema é o apoio declarado de Chico Preto ao candidato Jair Bolsonaro. O que revoltou filiados. Confusão grande no Eldorado, local da sede do PMN. E olhem que a disputa eleitoral ainda nem foi para as ruas.