Polícia Civil prende corretora de seguros por furto de energia no bairro Dom Pedro

A Polícia Civil do Amazonas, por meio da equipe da equipe de investigação da Delegacia Especializada em Combate ao Furto de Energia, Água, Gás e Serviços de Telecomunicações (DECFS), sob o comando do delegado Felipe Vasconcelos, titular da unidade policial, prendeu em flagrante, na manhã desta terça-feira (4/9), por volta das 10h30, a corretora de seguros Alexandra Conceição Soares, 46, após os policiais civis identificarem furto de energia na casa onde ela mora.

De acordo com a autoridade policial, a fraude foi constatada durante fiscalização realizada por funcionários da Eletrobras Amazonas Energia na rua Yacatã, bairro Dom Pedro, zona centro-oeste da capital. Na ocasião, os trabalhadores identificaram que a unidade consumidora da residência onde Alexandra mora estava desligada, mas que o serviço não havia sido interrompido.

“Verificamos que a casa de Alexandra possuía status de fornecimento de energia cortado, com débito em aberto, junto à concessionária de energia, no valor de R$ 2.784,97. A ordem de serviço de desligamento foi executada por funcionários da Eletrobras no dia 9 de agosto deste ano, segundo informações encontradas no sistema da empresa”, relatou o delegado.

Conforme Vasconcelos, durante a inspeção eles verificaram que a caixa de medição não apresentava lacre, mas possuía medidor de energia, porém, foi encontrada uma ligação bifásica de forma direta à rede de abastecimento da empresa, sem passar pelo medidor de energia. O titular da DECFS ressaltou que, após o disjuntor da caixa de medição ser desligado, o fornecimento de energia da casa foi mantido.

“Após a confirmação do desvio de energia, a equipe da DECFS foi informada sobre a irregularidade. Ao chegarmos no local, verificamos que duas correntes estavam ligadas de forma direta, sem passar pela medição, mesmo possuindo o débito, confirmando, assim, o furto”, esclareceu Vasconcelos.

Alexandra foi autuada em flagrante por furto de energia. A autoridade policial arbitrou à mulher fiança no valor de R$ 1 mil. Após efetuar o pagamento da quantia estipulada, a corretora de seguros foi liberada para responder ao crime em liberdade.

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